quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ESCOLA FÉ E POLITCA DA INICIO A 4ª TURMA.


“A fé é um dom que nos vem de Deus através da Igreja - da comunidade dos que crêem. A política é uma ferramenta que exige aprendizagem”

Inspirados por estes princípios,  40 alunos vindos de diversas paróquias de nossa diocese e da diocese de Caruaru, estiveram reunidos para abertura da Quarta Turma da Escola Fé e Política Irmãos Juvenal Bomfim e Gabriel Hofstede. O Encontro foi realizado no Recanto Franciscano Nossa Senhora de Guadalupe – Sítio Cruz, debatendo as temáticas: Conceito de Fé e Política e Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 – Casa Comum, Nossa Responsabilidade.

Estiveram compondo o grupo também, os alunos concluintes da Terceira Turma, que refletiram às luz da Palavra de Deus o projeto de construção da Sociedade do Bem Viver, estes receberam os certificados durante a Celebração  Eucarística.


Após um final de semana de muito aprendizado e convivência fraterna, retornamos as nossas casas, com a missão redobrada de trabalhar para combater a pobreza, devolver a dignidade aos excluídos e, simultaneamente, cuidar da natureza; fazendo acontecer o Reino de Deus entre nós.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

PASTORAIS DA JUVENTUDE LANÇAM CARTAZ DA SEMANA DA CIDADANIA 2016

As Pastorais de Juventude da CNBB (PJ, PJE, PJMP e PJR) lançaram, neste sábado (06), o cartaz oficial que ilustrará a Semana da Cidadania de 2016 (SdC 2016).

Nesta edição, a SdC ocorre entre os dias 16 e 23 de abril e traz como tema “Juventude e Bem Comum” e o lema “Unidos por uma luta comum: terra, teto e trabalho”.

Iluminados pelo Evangelho de Mateus (5,6) “Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”, a Semana se encontra em sintonia com a temática da Campanha da Fraternidade 2016. O objetivo principal desta atividade é fazer com que a juventude reflita mais profundamente, em grupo, algumas ações presentes em seu cotidiano, convidando-a a se organizar em torno de projetos práticos, com reflexos na sociedade, visando a transformação social, em comunhão com a Igreja e outros organismos da sociedade civil.
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Confira também a página que lançamos para ajudar a dinamizar os processos das atividades permanentes: https://www.facebook.com/atividadespermanentes/?fref=nf 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Novo site das CEBs no Brasil




O SEMINÁRIO NACIONAL RUMO AO 14º INTERECLESIAL DE CEBs, esteve acontecendo na cidade de Londrina-PR, com a participação de representantes dos 18 Regionais da CNBB, com o objetivo de preparar o proximo grande encontro celebrativo das CEBs do Brasil e da América Latina. Aproveitando o evento foi lançado o novo site das CEBs no brasil, não deixe de conferir!



Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para liberta-lo.

SEMINARIO NACIONAL RUMO AO 14º INTERECLESIAL DE CEBs
Tema: CEBs e os desafios no mundo urbano
Lema: Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para liberta-lo. (Ex 3,7)
Pe. Nelito Dornelas e Magda Melo
Assessores CEBs


Acolhidos carinhosamente pela equipe do Secretariado do 14º Intereclesial, iniciamos o Seminário Nacional de assessores das CEBs com uma celebração na gruta de Nossa Senhora do Roccio, padroeira do Paraná. Com toda mística e beleza da natureza, os participantes do seminário se apresentaram por região, destacando os desafios de sua realidade local e suas esperanças. Aos pés da Palavra de Deus e do círio pascal, ascendiam-se velas, depositavam-se flores e jogavam-se água, movidos pela promessa divina da criação de um novo céu e uma nova terra.
As palavras de acolhidas foram proferidas pelo arcebispo de Londrina - PR, Dom Orlando Brandes, juntamente com o bispo diocesano de Tocantinópolis -TO, Dom Giovane de Melo, referencial das CEBs na CNBB nacional e o bispo de Cornélio Procópio – PR, Dom Manuel João Francisco, referencial das CEBs no Regional Sul II.
 O objetivo do Seminário é preparar os Assessores e Assessoras das CEBs que atuam nos 18 Regionais da CNBB sobre os desafios das CEBs no mundo urbano. Para contribuir no conhecimento desta realidade, tivemos a assessoria do professor da Universidade Estadual do Paraná Miguel Etinger que apresentou a questão urbana, a partir dos dados da urbanização mundial, brasileira e de Londrina, dos programas habitacionais, dos interesses na terra urbana (valor de uso X valor da terra) e dos direitos à cidade. Analisou-se as causas da urbanização brasileira que ocorreu a partir da revolução industrial, da mecanização da lavoura, da grilagem de terras, do acesso a serviços, medicamentos e o modo de vida moderno incentivado pela sociedade de consumo. Destacou-se as dificuldades dos programas habitacionais que se esbarram com as questões envolventes à urbanização nos aspectos de: moradia, trabalho, mobilidade, lazer e lucro. 
A questão é: o que fazer com a terra urbana?
Intervenções reguladoras: Programas habitacionais nas periferias, onde as terras são mais baratas.
Consequências: pouco acesso à infraestrutura, custos para o Poder Público e segregação sócio espacial.
Em relação ao valor da terra em áreas de infraestrutura existem alguns mecanismos legais que podem ser utilizados.
Qual a abrangência do direito de propriedade hoje?
A lei estabelece o modo de utilização da terra urbana. Direito à cidade, instrumentos para efetivação, participação e legislação. A constituição do direito à cidade decorre da construção dos Direitos Humanos. São direitos de pessoas diferentes conviverem em um mesmo espaço físico. A distribuição injusta dos benefícios oriundos da urbanização gera uma cidade desigual.
            A professora Érica, também da Universidade Estadual de Londrina (UEL), apresentou os limites dos direitos sociais numa democracia capitalista, afirmando que quando se tem democracia capitalista, o capitalismo leva tudo à mercadoria.
            Contextualizou as diversas situações desafiantes no Brasil, destacando a mercantilização da vida, como tudo é tratado como mercadoria, inclusive as pessoas humanas.
            Houve um debate entre os participantes e os professores Miguel e Erica. Estes apresentaram elementos que clarearam as necessidades de efetivo compromisso e atuação junto às comunidades e à sociedade brasileira.
            Assistimos ao filme “Curitiba zero grau”. Este filme apresenta a vida na cidade a partir das relações familiares, sociais, mobilidade, trabalho, violência, moradia, saúde e educação.
            Em seguida formaram-se sete grupos para analisarem as cidades a partir dos elementos apontados pelo filme. Foi feito um plenário a partir do ver das CEBs iluminado pelo filme.