domingo, 24 de junho de 2012

Qual é o próximo passo depois da Rio+20?

Confira abaixo o texto de Leonardo Boff:



O grande tema da Rio+20 era “Que futuro queremos”. O documento final, entretanto, não nos fornece a rota nem os meios de percorrê-la. Ele é medroso, sem ambições e sem sentido ético e espiritual da história humana. Refém de uma visão reducionista e até materialista da economia não forjou um novo e necessário software social e civilizacional que nos desse esperança de um futuro que não fosse simplesmente o prolongamento do passado e do presente. Este deu tudo o que tinha que dar. Levá-lo teimosamente avante é empurrar-nos para o abismo que se abre lá na frente, num tempo não muito distante.
Depois das crises que afligem toda a humanidade, particularmente  a do aquecimento global, da insustentabilidade do planeta Terra e ultimamente da econômico-financeira, atingindo o coração dos países opulentos, o crescimento do fundamentalismo e a permanente ameaça do terrorismo, os cenários dramáticos que muitos analistas sérios desenham para o próximo futuro da Terra, da Humanidade, da vida e as poucas chances para uma  paz duradoura, uma angustiante pergunta nos assalta: qual será o próximo passo agora depois da Rio+20?
Façamos algumas constatações: consolidou-se a aldeia global; ocupamos praticamente todo o espaço terrestre e exploramos o capital natural até os confins da matéria e da vida, com a utilização da razão instrumental-analítica; provocamos uma imensa crise civilizatória que se revela nas várias crises enunciadas acima.
Perguntamo-nos: E agora o que virá?  Mais do mesmo? Mas isso é muito arriscado, pois o paradigma atual está assentado sobre o poder como dominação da natureza e dos seres humanos. Não devemos esquecer que ele criou a máquina de morte que pode destruir a todos nós e a vida de Gaia. Esse caminho parece ter-se esgotado, embora ainda dominante.
Do capital material somos forçados  passar ao capital espiritual. O capital material tem limites e se exaure. O espiritual, é infinito e inexaurível. O capital espiritual   feito de o amor, de compaixão, de cuidado, de criatividade, realidades intangíveis e valores infinitos que  não há limites.
Este foi parcamente aproveitado por nós. Mas ele pode representar a grande alternativa que supera a crise atual e inaugura um novo patamar civilizatório.
A centralidade do capital espiritual reside na vida, na autonomia dos cidadãos, na relação inclusiva, no amor incondicional, na compaixão, no cuidado de nossa Casa Comum, na alegria de viver e na capacidade de transcendência.
Não significa que tenhamos que dispensar a tecnociência. Sem ela não atenderíamos as demandas humanas. Mas ela não seria mais destrutiva da natureza e da vida. Se no capital material a razão instrumental era seu motor, no capital espiritual é a razão cordial e sensível que organizará a vida social e a produção consoante os ciclos da natureza e dentro dos limites de cada ecossistema. Na razão cordial estão radicados os valores; dela se alimenta a vida espiritual pois produz as obras do espírito que referimos acima: o amor, a solidariedade e a transcendência.
Usando uma metáfora do grande escritor irlandês C.S. Lewis diria: se no tempo dos dinossauros houvesse um observador hipotético que se perguntasse pelo próximo passo da evolução, provavelmente diria: o aparecimento de espécies de dinos ainda maiores e mais vorazes. Mas ele estaria enganado. Sequer imaginaria que de um pequeno mamífero que vivia na copa das árvores mais altas, alimentando-se de flores e de brotos e tremendo de medo de ser devorado pelos dinossauros, iria irromper, milhões de anos depois,  algo absolutamente impensado: um ser de consciência e de inteligência – o ser humano – com uma qualidade totalmente diferente daquela dos dinossauros. Não foi mais do mesmo. Foi uma ruptura. Foi um passo diferente.
Cremos que agora poderá surgir um ser humano com outro passo, pois será marcado pelo inexaurível capital espiritual. Agora é o mundo do ser mais que o mundo do ter.
O próximo passo, então, seria exatamente este:  descobrir o capital espiritual inesgotável e começar a organizar a vida, a produção, a sociedade e o cotidiano a partir dele. Então a economia estará a serviço da  vida e a vida se imbuirá dos valores das relações abertas e inclusivas, da mutualidade ser humano-Terra, da auto-realização e da alegria. uma verdadeira alternativa ao paradigma vigente.
Mas este passo não é mecânico. É resultado de uma coligação de forças ao redor de valores e princípios assumidos por todos, biocentrados e ecoamigáveis. Quer dizer, ele é oferecido à nossa liberdade. Podemos acolhê-lo como podemos também recusa-lo. Mas mesmo recusado, ele permanece como uma possibilidade sempre presente e pronta a irromper.  Ele não se identifica com nenhuma religião. É algo anterior, que emerge das virtualidades daquela Energia de fundo, poderosa e amorosa, que sustenta todo o universo, a cada um de nós e que penetra em toda a evolução consciente. Quem o acolhe, viverá outro sentido de vida,  vivenciará também um novo futuro, diferente daquele imaginado pela Rio+20. Os outros continuarão sofrendo os impasses do atual modo de ser e se perguntarão, angustiados, pelo seu futuro e até sobre o eventual desaparecimento da espécie humana.
Foi Pierre Teilhard de Chardin que ainda nos anos 30 do século XX teve o sonho da irrupção danoosferaNoos  em grego significa a mente e o espírito totalmente abertos. A noosfera  seria a irrupção da humanidade como espécie, da mente e do coração sincronizados e batendo em uníssono. Seria a etapa nova da antropogênese, a superação do antropoceno, a inauguração da era ecozóica  e uma idade também nova de Gaia.
Estimo que  o legado positivo da atual crise mundial seja nos abrir a possibilidade de realização da noosfera. Dizem por aí que Jesus,  Buda, Francisco de Assis, Rumi,  Gandhi, Irmã Dorothy e tantos outros mestres e testemunhas do passado e do presente teriam, antecipadamente, dado já esse passo.
Eles são nossas estrelas-guia, os alimentadores de nosso princípio-esperança e a garantia de que ainda temos futuro. As dores atuais não seriam estertores de uma civilização moribunda mas os sinais de um parto  de um novo modo sustentável de viver e de habitar o nosso planeta Terra. Seremos humanos, reconciliados conosco mesmos, com Mãe Terra e com a Última Realidade.
Como disse sugestivamente uma de nossas melhoras pensadoras dos novos paradigmas Rose Marie Muraro:” Quando desistirmos de ser deuses, poderemos ser plenamente humanos, o que ainda não sabemos o que é mas que já o tínhamos intuído desde sempre”.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Confira mais detalhes do IX Encontro de CEBs Latino-Americano



Iniciou dia 16 em San Pedro Sula, Honduras, o 9º encontro de CEBs latino-americano e caribenho. No primeiro momento, houve uma análise da realidade da América Centra. Destacaram-se alguns pontos em comum entre os países Centro América: desigualdade social, concentração de riqueza, drogas e armas são situações que contribuem para a violência organizada que desemborca em guerras civil. América Central é considerada o corredor da migração das Américas e Honduras o país de maior concentração de armas na região por terem sido base militar dos Estados Unidos. Isso contribuiu para uma delinquência armada geradora de empobrecimento, conflitos sociais e um modelo político autoritário e concentrador, tendo como consequência controle territorial por parte do crime organizado, aumento do fenômeno da migração, aumento da vulnerabilidade, deterioração ambiental e exploração dos recursos naturais; mas também se enfoca no atual período promover investigação na busca de modelos alternativos, destacando a pressão dos movimentos sociais por demandas de poder, debates, buscas e construção de propostas alternativas. Luta-se por uma institucionalidade política e jurídica que ajude a recuperar os espaços públicos e uma sociedade do bem viver com estratégia de não violência.
Frente a esta situação que desafia a nossa América se destacou os seguintes elementos relevantes que marcam este encontro: o Espírito de Jesus que nos guia e nos acompanha nas CEBs, as dificuldades de nossas fronteiras, a diversidade como riqueza, a defesa da vida ameaçada, a complexidade do mundo em que vivemos, perguntas pelas raízes da violência, dois modelos de Igreja, o trabalho com os jovens na opção política. Sete grupos de estudo ajudaram a dar um panorama da realidade da América Latina na dimensão político, econômico, social, educação, ecologia, pluralismo religioso e eclesial. Frente aos aspectos relevantes apresentados destacou-se que devemos está atento ao sistema ECOBIOPOLÍTICO como fluxo de vida donde se define o alimento com a presença de três elementos necessários agua, ar e energia.
O pão de cada dia é resultado da relação corpo e terra que dimensiona a presença de uma população e um território gerando trabalho que por sua vez dar sentido a uma comunidade. Isto nos proporciona uma sintonia muito forte com a eucaristia e nos faz compreender que se não há pão não há comunidade e sem território não somos nada. Portanto, a luta ecológica se iguala a economia que tem o mesmo significado de cuidar da casa. Esta desatenção ecológica tem gerado crises nos diversos setores políticos, econômicos, ecológico e social. E que na América Latina fez gerar novos processos políticos no Brasil, Chile, Equador, Bolívia, Paraguai, Argentina e Venezuela. Observam-se, neste novo processo político, que os países mais impactados pelas crises são os da América Central, próximos aos Estados Unidos e os menos impactados são os da América do Sul.
Frente a estas questões são ameaças para as CEBs do continente a perca da identidade e a indiferença da Igreja hierárquica a estas causas. Resta às comunidades reafirmar-se no modelo de Jesus a partir da experiência das primeiras comunidades cristãs, se articularem com outras religiões, culturas e movimentos populares na defesa dos direitos da terra, direitos sociais e ecológicos. Mas, também, não se pode duvidar da mensagem dos bispos que se sentem unidos as CEBs e entendermos a ecologia como um grito da terra que expressa o grito dos pobres; e que o homem é uma expressão da crise ecológica e civilizatória; que a água é um recurso vital, valor simbólico que expressa a nossa sede de justiça, amor e paz. O desafio maior para as comunidades é resgatar a eucaristia da cultura do pão, devido está em jogo o atual modelo econômico e excludente. Mas ainda resta a esperança de que outro mundo é possível, outra Igreja é possível. Pois, as raízes de uma nova eclesiologia que brota do Vaticano II aponta para um novo kairós, um novo paradigma de uma Igreja apostólica, servidora, profética e missionária do Reino.

A assembleia frisou bem as conclusões do relançamento das CEBs na América Latina que, nestes quatros anos, fortaleceu a formação, a articulação, a missão, a presença dos jovens, os movimentos sociais e a luta pela questão ecológica que nos últimos anos tem sido causa de martírio nesta América sofrida. No Brasil, foram lembrados os mártires da ecologia: Chico Mendes, Irmã Dourath, o casal José Claudio e Maria do Pará, Zé Maria do Ceará. A assembleia prossegue até o dia 21 na busca de afirmação de compromisso frente às diferentes lutas iluminada pela reflexão bíblico-teológica. Estão presentes na assembleia cerca de 200 delegados vindos das seguintes regiões: Brasil; Cone Sul – Uruguai, Argentina, Chile e Paraguai; Andina – Equador, Colômbia e Bolívia; Caribe – Venezuela, República Dominicana e Haiti; Centro América – Panamá, Nicarágua, Guatemala, El Salvador e Honduras; Norte – México e Estados Unidos; e uma representante das Filipinas. Destacamos que o relançamento no Brasil se deu com o documento 92 da CNBB que veio ajudar na revitalização e fortalecimento das CEBs através dos encontros das grandes regiões, encontros regionais e diocesanos, rumo ao 13º Intereclesial. Assembleia em Honduras está sendo uma riqueza pela sua diversidade cultural, a presença de representantes das comunidades indígenas e afro americanas. Destacamos a festa da noite cultural do dia 18, como um momento de partilhar e nutrir nossas raízes e identidade latino-americana.




 Texto de Pe. Vileci Basílio Vidal – Coord. 13º Intereclesial

terça-feira, 19 de junho de 2012

Um pouco do Encontro latinoamericano de CEBs

Somos um grupo de 8 pessoas participando da articulação de CEBs na cidade de San Pedro Sula em Honduras. Estamos esperando mais brasileiros para o 9º encontro de CEBs da América Latina e Caribe que começa dia 16 a 21 de junho.
Temos também a presença de José Marins e Teo. Ontem refletimos sobre a inculturação como um novo paradigma de evangelização na pátria mama. Civilização e cultura são campos de conflito na sociedade continental e a romanização na Igreja. Fica claro que precisa-se superar um culturalismo romântico e defender a inculturação, mostrando que existem outras alternativas e caminhos como resposta as demandas do tempo presente. Neste sentido, a missão é pela conquista da América como lugar do diálogo e relação intercultural no campo da evangelização numa atitude ecumênica. Pois, não podemos aceitar a mudança do mundo sem a nossa participação. Percebe-se que na América Latina se dá uma reconfiguração religiosa, cultural e social. Mais que adesão, se firma um cristianismo na busca da justiça, da paz e do amor. E isso está vinculado ao fenômeno da migração que reconfigura as identidades e as relações étnicas a nível internacional e no interior dos países.
E na América Latina se trata de uma realidade com a qual convivemos sempre como espaço multicultural e muito étnico (DA 56 e 57). A inculturação não é só uma questão de justiça frente aos povos, mas necessária para não sucumbir a verdade cultural frente aos novos neocolonizadores da globalização neoliberal. Em América Latina cresce o grito contra a desigualdade, dada as demandas dos grupos indígenas e afroamericanos que resistem a entregar suas tradições milenares a globalização neocolonizadora e avassaladora. Neste dia de encontro, estamos tratando do relançamento das CEBs no continente dada nestes quatros anos de caminhada. Vimos que o 12º Intereclesial no Brasil foi o marco deste relançamento para revitalizar as CEBs, tendo como fruto o doc. 92 da CNBB e o 13º nos faz ver que precisamos discutir mais na América Latina a relação CEBs e Religiosidade Popular.
E a pergunta que nos inquieta em toda América é como trabalhar estratégicas de missão frente a uma estrutura de Igreja e firmar redes de comunidades nas dioceses e paróquias como nos pede Aparecida.

Pe Vileci B. Vidal - Coord. 13º Intereclesial 



domingo, 17 de junho de 2012

As CEBs da Diocese de Caruaru promovem encontros com o tema: GÊNERO E SEXUALIDADE


Entre os dias 13 a 15 de abril e 25 a 27 de maio de 2012, 32 pessoas de várias idadedes participaram dos encontros de Gênero e Sexualidade no Santuário das Comunidades - Caruaru/PE, facilitado por Maria Helena Mützenberg. O curso tinha como principais objetivos: 
  • Criar espaço para discutir sobre sexualidade e preconceitos e tabus da vivência diária;
  • estudar, à luz do conceito de gênero, o ciclo de vida;
  • promover atitudes de respeito ao ser humano.

Confira um resumo dos encontros:


No primeiro final de semana, em abril, os participantes chegaram para o jantar e logo depois iniciamos o encontro, formando uma grande roda, dançando a mantra “movimento perpétuo”. Falamos da importância do círculo, da maneira de segurarmos nossas mãos no círculo e o sentido disso.
Após este momento cada participante recebeu uma tarjeta, escreveu nela seu nome é um símbolo em forma de círculo. Cada pessoa se apresentou, dizendo seu nome e o significado do símbolo, e colocou a tarjeta no centro. Em seguida foi feito o Contrato de Convivencia.

No sábado, dia 14 de abril trabalhamos:
"  o conceito de saúde com a ajuda das polaridades/discussão/apresentação do símbolo ying yang – equilíbrio / saúde integral
"  o ciclo da vida: símbolo ying yang no centro e as fases da lua ao redor referentes às fases da vida
Começamos pela fase da lua nova: semente / nascimento, e nos perguntamos: o que é nascer? O que é fundamental para nascer? Como deve ser a recepção? Respostas dos/as participantes:
O que é nascer?: recomeçar – romper – explosão – morrer – evolução – reencarnar continuidade – descoberta – brotar – sentir – libertar-se –aprisionar –se encontro do óvulo com espermatozóide.
O que é fundamental para nascer?  Ato sexual – amor – morrer – sacrifício – direitos garantidos – inseminação – decisão – libertação – planejamento – preparação – cuidado – respeito – políticas públicas. 
Como deve ser a recepção? Com amor, com carinho re afeto, com alegria, com responsabilidade, humanização, esperado pelos dois: pai e mãe, com cuidados.
Passando pela Infância, chegamos à fase da lua crescente: Adolescência/juventude-sexualidade. Aconteceu a dinâmica da laranja: Cada pessoa escolheu uma laranja e ficou com ela um tempo: olhando cheirando, tocando. Depois todas as laranjas foram misturadas e cada um foi convidado a pegar novamente a sua laranja. Houve em seguida um debate: como foi que vc reconheceu sua laranja? Todas são iguais? Foi difícil? Por quê? A facilitadora apresentou um cartaz que ajuda nas diferenças entre sexo e sexualidade.
Houve espaço para tirar dúvidas. Durante o encontro os(as) participantes depositaram tiras de papel com perguntas sobre o tema num cesto. As perguntas foram lidas e respondidas em plenário.

No domingo dia 15 de abril foram feitas mais algumas dinâmicas para esclarecer melhor a diferença entre gênero e sexo, e para falar das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)
No final foi feita uma avaliação com as perguntas: O que eu não sabia? O que eu já sabia? O que deveria melhorar.


No segundo final de semana do curso sobre Gênero e sexualidade, em maio, trabalhamos as fases lua cheia e minguante, ou seja, a idade adulta e reprodutiva e a fase da mnopausa e terceira idade.


No sábado trabalhamos os aparelhos reprodutivos e sexuais. Foram formados dois grupos. Um grupo desenhou o aparelho reprodutor masculino e o outro, o feminino. Um relator de cada grupo apresentou o trabalho indicando a função de cada uma das partes. Em seguida houve um debate sobre cuidados, preconceitos e dúvidas. Trabalhamos também o ciclo menstrualplanejamento familiar e os métodos contraceptivos. Em pequenos grupos trabalhamos o pré-natal e o parto humanizado: os direitos da gestante no trabalho, no pré-natal, no parto, no pós-parto e os direitos do pai. Houve dramatização do parto tradicional e do parto humanizado. Trabalhamos ainda, em pequenos grupos, a prevenção de cânceres do útero, da mama e da próstata e assistimos um filme sobre câncer de próstata.
No domingo, refletimos sobre a terceira idade, com enfoque na menopausa e andropausa. Houve trabalho em dois grupos, seguida de plenário e debate. Assistimos o filme: duas vezes mulher.
No final foi feita uma avaliação. Formamos 4 grupos e cada grupo escreveu uma carta para seus amigos, contando sobre o curso: o que valeu, o que era motivo para participar do próximo curso que vai acontecer em agosto, o que não deu muito certo. As cartas foram lidas na celebração final, que aconteceu na capela do Santuário. Por ocasião da festa de pentecostes, fizemos a celebração destacando a força do espírito santo que habita em cada um/a de nós, e que nos move a assumir uma ética no seguimento de Jesus Cristo, em relação às questões de gênero e de sexualidade.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Homenagem ao aniversário do amigo Frei Juvenal


Neste dia 12 de junho, o amigo Frei Juvenal celebra mais um ano de vida, e nós não poderíamos deixar passar despercebido. As Comunidades Eclesiais de Base da Diocese de Garanhuns preparam um vídeo resgatando alguns momentos de sua história, para celebrar, e agradecer toda sua dedicação a esta grande obra.
Confira:





Agora é comigo :Frei Juvenal, só temos a agradecer por todo carinho e dedicação a todos nós.
Parabéns e que Deus continue lhe iluminando. Francielly Falcão